Alunas finalistas de fisioterapia apresentam projeto de investigação em displasias ósseas

A ANDO Portugal divulga a conclusão, com a classificação de "Excelente", do projeto de investigação "Componentes da Aptidão Física Relacionadas com a Saúde em Crianças e Jovens com e sem Displasia Óssea", desenvolvido por Margarida Alegre, Maria Sá e Raquel Fernandes, alunas finalistas da Licenciatura em Fisioterapia da Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto.

A investigação, apresentada no dia 9 de julho de 2026, foi desenvolvida no âmbito da Licenciatura em Fisioterapia e contou com o apoio da ANDO Portugal na conceção do projeto, na estruturação da metodologia e na divulgação do estudo junto das famílias, promovendo o convite à participação.

 

Objetivos do Estudo

O estudo teve como principal objetivo caracterizar e comparar as componentes da aptidão física relacionadas com a saúde em crianças e jovens com e sem displasia óssea. Para além da avaliação da capacidade física, foram igualmente analisados os níveis de atividade física e a perceção de inclusão e exclusão social dos participantes.

 

Resultados

Os resultados permitiram identificar desafios específicos nas crianças e jovens com displasia óssea, nomeadamente ao nível da capacidade cardiorrespiratória, da endurance e da participação social. Estas conclusões reforçam a importância de uma abordagem individualizada, adaptada e multidisciplinar, evidenciando o papel fundamental da Fisioterapia na avaliação das capacidades funcionais, na promoção de estilos de vida ativos e na implementação de estratégias de intervenção seguras e personalizadas. Uma intervenção baseada na evidência e centrada na pessoa poderá contribuir para aumentar a autonomia, a participação e a qualidade de vida desta população.

 

...
...

 

As alunas partilharam connosco as seguintes palavras:

Este estudo teve como objetivo caracterizar e comparar as componentes da aptidão física relacionadas com a saúde em crianças e jovens com e sem displasia óssea. Foram também analisados os níveis de atividade física e a perceção de inclusão e exclusão social.

Os resultados obtidos permitiram identificar desafios específicos nesta população, nomeadamente ao nível da capacidade cardiorrespiratória, endurance e participação social. Estes resultados reforçam a importância de uma abordagem individualizada, adaptada e multidisciplinar.

A Fisioterapia assume, neste contexto, um papel essencial na avaliação das capacidades funcionais, na promoção de estilos de vida ativos e na construção de estratégias de intervenção seguras e personalizadas. Através de uma intervenção baseada na evidência e centrada na pessoa, a Fisioterapia pode contribuir para potenciar a autonomia, participação e qualidade de vida das crianças e jovens com displasia óssea.

Este projeto só foi possível graças à colaboração da ANDO, cujo apoio, proximidade e ligação às famílias foram fundamentais para a concretização desta investigação. A todas as crianças, jovens e famílias que aceitaram participar, deixamos o nosso mais profundo agradecimento pela confiança, disponibilidade e contributo. A vossa participação permitiu dar voz a esta população e aumentar o conhecimento científico numa área ainda pouco explorada.

O trabalho foi distinguido com a classificação qualitativa de "Excelente", representando um reconhecimento da relevância e qualidade da investigação desenvolvida. Mais do que uma conclusão, este projeto pretende ser um ponto de partida. Esperamos que este estudo constitua um pequeno passo no caminho que ainda é necessário percorrer na investigação em displasia óssea, incentivando o desenvolvimento de novos trabalhos que permitam compreender melhor as necessidades desta população e contribuir para respostas cada vez mais adequadas.

Enquanto equipa de investigação, agradecemos a todas as pessoas e entidades que fizeram parte deste percurso. Em especial, expressamos o nosso profundo agradecimento à Professora Doutora Cláudia Silva, à Professora Joana Ferreira e à Doutora Inês Alves, pelo acompanhamento, orientação, dedicação e confiança ao longo de todo este processo."

Até breve,

Margarida Alegre, Maria Sá e Raquel Fernandes

 

As autoras destacam que este projeto só foi possível graças à colaboração da ANDO, cujo apoio, proximidade e ligação às famílias foram determinantes para a concretização da investigação. Dirigem ainda um agradecimento a todas as crianças, jovens e famílias que aceitaram participar no estudo.

A classificação qualitativa de "Excelente" representa um reconhecimento da qualidade e relevância do trabalho desenvolvido. As investigadoras manifestam ainda o desejo de que este estudo constitua um ponto de partida para novas investigações na área das displasias ósseas, contribuindo para uma melhor compreensão das necessidades desta população e para o desenvolvimento de respostas cada vez mais adequadas.

A ANDO felicita as recém-licenciadas por este importante percurso académico e pelo contributo que este projeto representa para o avanço do conhecimento científico sobre as displasias ósseas. A Associação agradece igualmente a todos os participantes, famílias, docentes e investigadores envolvidos, em especial à Professora Doutora Cláudia Silva, à Professora Joana Ferreira e à Doutora Inês Alves, pelo acompanhamento, orientação e dedicação que tornaram possível a concretização deste projeto.

PARTILHAR: