Valores Fundamentais

A Linguagem

A linguagem que usamos todos os dias na comunicação oral e escrita é uma "entidade viva" que vai evoluindo ao longo dos tempos. Ao longo dos tempos, umas palavras deixaram de ser usadas e outras ganharam mais dimensão.

Atualmente, são ainda usadas muitas palavras que estão carregadas de interpretações negativas e preconceituosas. E para ser possível avançar para uma mudança positiva na linguagem, uma mudança que permita valorizar as pessoas por quem são, e respeitadas como membros parte da sociedade, é preciso deixar de as usar.

 

A Pessoa

Existe uma palavra à qual todos têm direito de igual forma na sociedade: Pessoa. Cada Pessoa tem nome e apelido, identidade, personalidade e família. Tem direitos, uma história e sonhos. E, quando uma Pessoa tem uma displasia óssea, essa é uma das suas muitas caraterísticas. Ser Pessoa é o valor fundamental.


Mensagem consistente é mensagem que fica

Não será possível mudar a forma como a sociedade observa, compreende e reage quando vê passar na rua uma pessoa com displasia óssea se continuarem a ser usados termos depreciativos. 

Também é pouco eficaz dizer "Não se diz A ou B" pois, com isto, numa única frase, há um tom negativo e está a ser repetida a palavra que não se quer ouvir dizer.

Para mudar é preciso a colaboração de TODOS e esta mudança passa pela repetição de termos e conceitos de valor, que não ferem, não ofendem e não criticam.

  • Displasia óssea
  • Displasia (nome específico)
  • Condição óssea rara
  • Baixa estatura
  • Diversidade funcional

Quando estas palavras são ditas e repetidas, a sociedade ouve uma vez, duas, três, dez... muitas, e o conceito começa a ganhar dimensão.

Repetir! Repetir! e Repetir!

TODOS podem esclarecer a sociedade, a família, os amigos, os vizinhos, os colegas de trabalho e da escola, dizendo e repetindo: "displasia óssea", "displasia (nome específico)","condição óssea rara".

Também, umas das características mais comuns entre Pessoas com displasia óssea é a baixa estatura. Dizer "ter baixa estatura" é a forma mais simples e não pejorativa de mencionar esta característica física.


Este trabalho que precisa da participação de TODOS, para que os termos que ainda se ouvem, que pesam e se arrastam há séculos na linguagem a desvalorizar as pessoas, possam caiam em desuso, e assim, mudar a forma como as pessoas com displasia óssea são tratadas e consideradas na sociedade: como Pessoas, parte integrate da sociedade, em pleno direito de respeito e valor.

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