13 de agosto de 2026
Nos dias 2 e 3 de outubro de 2026, a ANDO regressa à Madeira para o 2.º Encontro Regional ANDO na Região Autónoma da Madeira e queremos lembrar também os nossos associados e famílias do continente e dos Açores que podem fazer parte deste encontro. A Madeira é o destino. O encontro é de toda a comunidade ANDO.
Porque um Encontro Regional não tem de ser apenas para quem vive na região onde acontece. Pode ser também uma oportunidade para viajar, conhecer outros associados, reencontrar amigos e viver um fim de semana diferente em família, num dos lugares mais especiais do país.
Um encontro para partilhar e conviver
O primeiro dia do encontro, 2 de outubro, terá lugar na Escola Profissional Dr. Francisco Fernandes, no Funchal, reunindo pessoas com displasias ósseas, famílias e profissionais de várias áreas. Será um espaço para partilhar experiências, conhecimento e desafios, conversar sobre inclusão, saúde, educação, emprego e participação social e, sobretudo, fortalecer os laços entre a comunidade ANDO.


No dia 3 de outubro, deixamos a sala para nos encontrarmos com a natureza. Vamos até ao Moinho do Comandante, na Fajã Grande, em plena Floresta Laurissilva, para um dia de convívio, tranquilidade e partilha. Porque estes encontros são também tempo para conviver, conhecer novas pessoas e criar memórias para além da sala de conferências.
E se a próxima viagem em família for uma viagem ANDO?
Para quem vive no continente ou nos Açores, este encontro pode ser uma oportunidade para juntar duas coisas: uma viagem em família e um fim de semana ANDO de partilha. Venha conhecer a Madeira (se ainda não conhece), participe no encontro, reveja amigos, conheça outras famílias e faça parte de mais um momento de união da nossa comunidade.
O 2.º Encontro ANDO na Madeira integra o Projeto PonteS, uma iniciativa que procura criar uma rede integrada de respostas nas áreas da saúde, educação, emprego e apoio social para pessoas com displasia óssea nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, onde a distância dos centros de referência e o isolamento geográfico podem dificultar o acesso a cuidados especializados e o contacto regular com outras pessoas e famílias que vivem realidades semelhantes.